segunda-feira, 23 de outubro de 2006

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As vezes sinto como se tudo fosse inútil.
Nascer, crescer, viver, morrer...
Tantas esperanças, tantas vontades, tantas ilusões.
O coração aperta.
Acho que tudo na verdade não existe!
Somos apenas experimentos e temos nossos destinos traçados.
Vivemos subjulgados a que exatamente?
Não sei!
Tenho medo...
Para que contruir
Se a destruíção é inevitável?
Quero fugir...
Para onde?
Somos nada.

Saudade


Olhos molhados,
Laço na garganta,
Coração doído,
Imagens que insistem
Em voltar e ficar.
Cheiros que arrepiam a pele,
Voz que não tem palavras
São o que restam.
São que se tem.
Saudade tem um "Q" de solidão,
A que se sente
É só de quem sente.
Individual.
Indivisível.
Inseparável.
Inesquecível.
Ter memórias
É prazer e dor.